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Currículo dos integrantes

O coletivo INCLASSIFICÁVEIS é composto pelos seguintes artistas e produtores culturais

Núcleo responsável pelo coletivo:

Leandro Batz

Ator e diretor. Graduado no curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 2014. Ator do grupo INCLASSIFICÁVEIS. Dirigiu “Fando e Lis” em 2014. É diretor e ator da Cia. Grito de Teatro (Florianópolis, Brasil), dirigiu o pocket show “Animal Show” e co-dirigiu “Broadway, por trás das cortinas” (2014), atuou na peça “Armas de Brinquedo” (2011) e nos musicais “Vitrini” e “Zoolândia” (2010), pela Cia Grito de Teatro. Atuou nos curtas: “A velha que colecionava xícaras” (2013), “Ana” primeiro cinema ao vivo do sul do Brasil (2011), “Murphy contra a legião” (2010) e “Anomalia” (2010).

Lia Urbini

Assistente de direção. Entre 2006 e 2009 trabalhou como pesquisadora, assistente de direção e dramaturgia do grupo de teatro Companhia do Latão. Atuou na coordenação das atividades das oficinas que se transformaram nos experimentos videográficos Ensaios da Comuna e Ensaio sobre a crise, este último uma coprodução em vídeo com as equipes da Companhia do Latão, TV Brasil e Brigada audiovisual da Via campesina; e na assistência de produção nos eventos Cine Molotov. Depois de alguns anos trabalhando com sociologia e arte em escolas públicas, privadas e comunitárias, integrou o projeto Indústria cultural e cultura de massa, parceria entre Minc e MST em assentamentos de Santa Catarina. 

​Ma Carbonari

Diretora e Dramaturga. Diretora do grupo INCLASSIFICÁVEIS.

Professora efetiva de Direção no curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desde 2013. Escreveu o livro didático O Papel do diretor no método de criação coletiva de Enrique Buenaventura (TEC – Colômbia). Trabalhou como Diretora de Teatro e Coordenadora de Projeto Comunitários na Compañia Nacional de Teatro (CNT) em Caracas, Venezuela (2010). Dirigiu a obra Gritos de Libertad, em Caracas em 2010. Dirigiu a peça Hamlet sintético em Guarapuava, Paraná, em 2012. Trabalhou como integrante da assistência de direção de Cibele Forjaz, na peça Vei-vai. Como atriz, trabalhou na Cia. Fábrica com a obra O outro pé da Sereia de Mia Couto (São Paulo, Brasil), até 2009. Coordenou as demonstrações de trabalho e mesas de debate das cinco primeiras edições da Mostra latino-americana de Teatro de Grupo. Atuou, também como atriz, em mais de 5 produções em São Paulo, dentre elas Hércules do grupo Parlapatões e Em alto-mar com a Cia. Fábrica São Paulo. Foi professora de Interpretação para Rádio e TV na Uniban de 2006 à 2009.

Núcleo inclassificável:

​Alessandra Ferros

Produtora. Desenvolve trabalhos na área cultural desde 2000, com experiência em planejamento e execução de projetos culturais como espetáculos de teatro, literatura, música, dança, exposições, festivais, mostras e eventos. Dentre os trabalhos com espetáculos teatrais, destacam-se as produções de A Poltrona Escura e O Homem com a Flor na Boca, com Cacá Carvalho; O Homem Provisório, dirigida por Cacá Carvalho; O incrível menino preso na fotografia, de Fernando Bonassi; e Concerto de Ispinho e Fulô, da Cia do Tijolo. Dentre os projetos culturais nos quais atuou como produtora estão Samwaad – Rua do Encontro e Milágrimas, do coreógrafo Ivaldo Bertazzo; o evento “Políticas Públicas para a Cultura – Novos Desafios”, no auditório do Museu de Arte contemporânea da USP e o lançamento do livro O Teatro Laboratório de Jerzy Grotowski. Produziu também o espetáculo de teatro e dança Aratemiolé, do grupo Teatro Alkmico de Florianópolis; e o projeto Cine Bijou – cinema e memória, do Núcleo de Preservação e Memória Política. 

Fátima Lima

Cenógrafa, figurinista, carnavalesca e atriz. Graduada em Artes Plásticas (FAAP, SP), possui Especialização em Teatro (CEART-UDESC), Mestrado em Sociedade e Cultura (FAED-UDESC) e Doutorado em História Cultural (UFSC, SC). Professora do Curso de Teatro e do Programa de Pós-Graduação em Teatro da UDESC. Pesquisa teatro político e teatro negro, teoria crítica, imagem e alegoria, espaço cênico e cenografia no teatro, no carnaval e no cinema.

Gustavo Bieberbach

Ator, diretor e produtor cultural. Doutorando e Mestre em Literatura pela UFSC (2015), possui graduação em Artes Cênicas pela mesma instituição (2012) e, em Arquitetura e Urbanismo pela FURB (2001). É produtor do grupo INCLASSIFICÁVEIS, além de participar da Equipe de Coordenação do FITA - Festival Internacional de Teatro de Animação e Projeto GRIOT, da Associação Cultural Eugência. Trabalha como ator desde 2004 e seus principais trabalhos são: O despertar da Primavera, direção de Cacá Corrêa (Contemplado com o FUNCULTURAL 2005); Lá, no fundo do mar..., direção: Cacá Corrêa (Contemplado com Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura/2009), Diálogo em preto e branco para monólogo de Miguel, concepção geral: Ilze Körting (Contemplado com o 1º Edital de apoio às Culturas do Fundo Municipal de Florianópolis/2012) e Paper Macbeth, direção: Sassá Moretti (Contemplado pelo Prêmio Myriam Muniz 2012 e Edital Cultura 2014).

Ricardo Goulart

Ator, diretor e produtor cultural. Formado em Teatro pela Universidade Federal de Santa Catarina (2013). Doutorando e mestre (2016) em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Participa da equipe de produção do FITA - Festival Internacional de Teatro de Animação, desde 2011, além de atuar em parceria com a Cia. Embróglio de Florianópolis, desde 2012, e com o grupo INCLASSIFICÁVEIS, desde 2016. Dirigiu, junto com Gustavo Bieberbach, o espetáculo Monólogo de Miguel (2012), apresentado no 4º Festival de Breves Cenas de Manaus. Como ator, participou dos espetáculos Diálogo em Preto e Branco para Monólogo de Miguel, contemplado pelo  Edital de Apoio às Culturas 2012 do Fundo Municipal de Cultura de Florianópolis; e Paper Macbeth, contemplado pelo Prêmio Myriam Muniz 2012 e Edital Cultura 2014).